Mostrando postagens com marcador educação infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação infantil. Mostrar todas as postagens

AGRESSIVIDADE TEM JEITO!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Minha mãe chegou em casa com a revista "PROJETOS ESCOLARES - CRECHE - De o a 3 anos" e tem mta coisa interessante por lá, apesar de a Sofia não estar mais nessa idade. Uma das reportagens me chamou mta atenção, pois é algo que eu ainda sofro com a Sofia: a agressividade. Sendo assim, transcrevo aqui a matéria pra vcs poderem ver tbm.

AGRESSIVIDADE TEM JEITO!

A criança, ao nascer, inicia um primeiro contato com outras pessoas, sua família. Conforme vai crescendo, passa a manifestar emoções que sente nessas relações familiares. Muitas vezes, recorre ao choro para demonstrar a insatisfação com algo. Depois que completa um ano, surgem outras atitudes para demonstrar sua frustração, como gritos, arranhões e mordidas. Mas o motivo dessa agressividade, em crianças tão pequenas, geralmente é devido à dificuldade em nomear os sentimentos em relação a algo que lhe desagrade ou mesmo a insegurança perante a um novo fato e necessidade de limites em situações cotidianas. Confira entrevista sobre o assunto com a pedagoga Francisca Lúcia Carlota de Araújo, especialista em psicopedagogia institucional e clínica, além de educadora de Ensino Fundamental e EJA em escolas públicas de Fortaleza, com experiência em Educação Infantil.

Projetos Escolares - A agressividade em crianças de 0 a 3 anos é comum? Por que?
Francisca Lucia Carlota de Araujo - Sim,a té porque as primeiras manifestações acontecem quando ainda estão na barriga da mãe, ao fazerem movimentos bruscos com os pés. E intensificam por volta dos dois anos de idade, quando a criança apresenta atitudes agressivas ao bater os pés, gritar e chorar para conseguir algo. Esse comportamento é denominado manipulativo, isso é, ela agride para alcançar determinados fins. Essa agressividade poderá aumentar no decorrer dos anos, manifestando-se através de arranhões, puxões de cabelo e até ataque aos pais.
Vale ressaltar que a criança pequena, independente da educação que tenha, começa a ter atitudes inatas e instintivas, que surgem aos dois e três anos e estão visíveis através do brincar. Portanto, é preciso buscar reflexões sobre o papel da família, escola e sociedade frente ao problema.
É importante destacar que tanto pais como educadores são de grande importância para um processo sadio de desenvolvimento da criança. Entretanto, encarar a agressividade chega a ser uma tarefa árdua, pois exige do professor controle, tolerância, afetividade e, principalmente, conhecimento para compreender o comportamento inerente a cada fase do desenvolvimento infantil.

P.E. - Como o educador deve trabalhar isso em sala de aula?
F.A. - Ao se deparar com crianças agressivas, o professor precisa ter consciência de que a agressividade é um fator no processo de crescimento do indivíduo, que a utiliza como forma de reagir frente ao mundo. É essencial saber identificar quando o comportamento agressivo é passageiro ou um transtorno de conduta. É de extrema importância que o educador convoque a família (pai, mãe, irmãos ou responsável) objetivando conhecer como é o convívio da criança no contexto familiar e social, para então desenvolver estratégias e ações que venham a favorecer e amenizar o problema. Cabe ao professor conduzir a criança de modo a evitar condutas agressivas socialmente condenáveis, proporcionando oportunidade de socialização, tais como atividades lúdicas com jogos, brincadeiras nas quais todas as crianças da sala possam aprender a conviver em clima de paz, tendo o cuidado de não rotular a criança de indisciplinada e agressiva.

P.E. - As meninas são menos agressivas ou não existe essa relação?
F.A. - Existe a ideia de que os meninos são mais agressivos devido ao fator biológico, por se tratar do sexo mais forte. Como educadora e lidando com crianças pequenas já vários aos, percebo que não existe essa diferença. Já tive alunos do sexo masculino com comportamentos exemplares, amáveis, amigos e sem nenhuma atitude agressiva, e outros bastante agressivos. O mesmo pude observar em alguma meninas. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que as meninas podem ser até mais hostis que os meninos. Afirmo que a agressividade infantil não é inerente apenas a crianças de classes menos favorecidas, apesar do índice de agressividade mais alto neste grupo.

P.E. - A agressividade tem relação direta com o ambiente em que a criança vive?
F.A. - O tema agressividade envolve muitas variáveis, porém é necessário que pais e educadores entendam que o comportamento agressivo não surge do nada. Ele é construído da interação social, lembrando que devemos discernir o que é inerente a determinada faixa etária e o que está fora dos padrões aceitáveis. Há uma série de condutas dos pais que podem ser consideradas de risco, desencadeando o comportamento agressivo. A violência doméstica é um fator que pode exercer uma influência decisiva no comportamento. A escola, por sua vez, pode contribuir consideravelmente para o problema, pois professores excessivamente autoritários podem desencadear sentimentos de hostilidade em seus alunos. Enfim, a familia, a escola e a sociedade precisam refletir quanto ao seu papel para formação do ser em desenvolvimento.
Crianças que assistem cenas de violência em casa e que são vítimas dos pais e familiares podem aprender que essa é uma forma aceitável e normal de lidar com a raiva e com as frustrações. Essas crianças, ao chegarem à escola, logo se destacam por diversos episódios de violência contra colegas, seja fisicamente ou verbalmente. Geralmente é na hora do recreio e também na própria sala de aula, pois a interação social fica bastante comprometida e conturbada.
Muitos pais ainda se justificam dizendo que seu filho precisa apanhar para se tornar uma pessoa melhor, achando que a violência pode adiantar na educação e na formação do caráter. Mas, ao contrário do que muitos pais pensam, essa forma de tratamento pode gerar muitas dificuldades na vida da criança - e por que não dizer - na vida do futuro adulto. Pais que adotam a violência passam a mensagem de que tudo pode e deve ser resolvido na base da força. Não esquecendo de dizer que essa prática afeta diretamente a aprendizagem, causando diversas dificuldades que são detectadas logo que o pequeno ingressa na alfabetização.

P.E. - Como controlar a birra para que ela não se transforme em atos violentos?
F.A. - A birra é uma demonstração de raiva, irritação ou insatisfação com algo e pode acontecer em qualquer época iniciando entre um ano e meio a três anos de idade. Nessa fase, a vontade própria já começa a se manifestar e, como não domina a linguagem oral, a criança manda mensagem com o corpo através de gritos e pontapés.
É importante que os pais tenham autocontrole, muito embora seja difícil manter a calma diante de uma criança em crise de birra, pois, de certa maneira, a criança testa o controle dos pais. Geralmente, alguns pais sentem-se culpados por deixar a criança sozinha por muito tempo porque precisa trabalhar e acabam cedendo aos caprichos. Outros chegam em casa com o nível de estresse elevado provocado pelo dia a dia, perdem a paciência diante do berreiro do filho (a) e acabam usando a violência - muitas vezes até física - para combater aquele episódio.

DICAS PARA PAIS E PROFESSORES DE COMO LIDAR COM A AGRESSIVIDADE INFANTIL:
- Como Lidar Com a Birra:
Tente manter o controle;
Converse com a criança depois que o episódio passar (lembrando que até os dois anos a via de comunicação verbal ainda não está totalmente estabelecida);
Antes de ir a uma loja ou a um supermercado, fale para a criança que ela pode escolher, por exemplo, um doce;
Não brigue na frente das outras pessoas;
Não bata na criança, evitando assim a canalização da violência;
Não use palavrões para confrontar;
Tente não ceder à pressão mesmo que você se sinta culpado por algum motivo;
Nunca deixe de demonstrar seu amor, pois a criança poderá estar chamando a sua atenção.

- Pais:
Não grite com a criança;
Fale em tom de voz firme;
Dê atenção e pequenas recompensas (beijos e carinho para comportamentos corretos);
Selecione as amizades;
Só utilize castigo em último caso (menos castigos físicos);
Acompanhe o dia a dia da escola;
Não incentive seu filho a revidar agressões;
Evite palavrões em casa;
Evite brigar com o marido ou a esposa na frente da criança;
Dê bons exemplos.

- Professores:
Aproxime-se da criança;
Dê oportunidade para a criança falar sobre os seus atos;
Não exponha a criança diante dos colegas;
Proporcione atividades lúdicas representando conflitos do dia a dia;
Converse com os pais da criança;
Não estimule a criança a revidar atitudes violentas;
Proporcione brincadeiras nas quais aconteça contato físico;
Designe tarefas;
Valorize as boas atitudes da criança;
Controle seu tom de voz.

- Diálogo:
No momento da agressão, sua ação deve ser imediata: pare o que estiver fazendo, abaixe-se ao nível do aluno, questione o porque daquela atitude, se está certo, faça-o pedir desculpas e questione se gostaria que tivesse sido ele o agredido, qual seria sua reação, fazendo-o refletir sobre a atitude correta.

ATIVIDADES PARA ESPANTAR A AGRESSIVIDADE
- Massinha de Modelar: utiliza-se a massinha ou a argila, dando à criança uma quantidade que caiba na palma de sua mão, para que possa senti-la inteira, amassá-la etc. Deixe que a turminha manipule-a livremente por alguns minutos, incentivando movimentos vigorosos, provocando a destruição do material e depois a construção de algum objeto, uma cobrinha, bola, etc. O objetivo é fazer a criança perceber o sentimento destrutivo (raiva, medo etc) e transformá-lo em construtivo (confiança em si, segurança etc).
- Brincar com Boneca: proponha aos pequenos que peguem uma boneca e cuidem dela como filhinhos, deem banho, troquem fraldas e façam muitos carinhos. Depois, peça que formem duplas e repitam os gestos de carinho que fizeram nas bonecas, agora com o amigo. Após a vivência, realize uma troca de idéias, reforçando a necessidade de se fazer carinho nas pessoas. O objetivo é mostrar a importância do toque nas pessoas e de um bom relacionamento com o grupo.
- Jogo das Expressões: faça várias carinhas em cartolina, com expressões faciais que demonstram sentimentos de tristeza, alegria, raiva e algumas em branco. Convide o aluno a escolher uma carinha que demonstre como ele sente-se naquele momento, deixando-lhe tempo para explicar o porque dele sentir-se desta maneira. A criança pode também optar por uma carinha sem rosto e dizer um novo sentimento, abrindo espaço para discutir quem já sentiu, como foi, etc. O objetivo é nomear os sentimentos que a criança tem e poder conversar e compartilhar com seus amigos sobre as causas desse sentimento e ser orientado quando necessário.
- História de Contos: Você pode utilizar contos clássicos para colocar em pauta as emoções e reações que temos e qual a melhor maneira de agir. Na história da Bela e a Fera, por exemplo, você pode abordar o sentimento raivoso da Fera, que vai se modificando conforme vai recebendo atenção da Bela, transformando-se em um belo príncipe. Em muitas histórias em que o personagem do mal sofre uma punição (lobo mau, bruxa, madrasta, etc), pode-se sugerir outro final, no qual ele transforma-se em um personagem do bem e todos tornam-se amigos. O objetivo é mostrar os sentimentos que existem, nomeá-los e mostrar que podem modificar-se se tomadas as atitudes corretas.
- Brincadeiras de Roda: a maioria destas brincadeiras possui músicas que sugerem gestos entre as crianças, como abraços, beijos, etc. Após a brincadeira, realize a troca de ideias sobre a importância de ter ter amigos e como devemos agir com todos, reforçando atitudes de carinho e respeito com o próximo. O objetivo é reforçar atitudes positivas nas crianças, colocando-se disponível para ajudar quando sentirem-se com raiva ou tristes com algum colega.

Pedir ou Mandar?

quarta-feira, 10 de março de 2010

Ontem (terça feira) teve reunião na escola da Sofia e distribuíram um texto para os pais.
Transcrevo aqui pois achei interessante...

"Recentemente em uma reunião de pais, uma mãe fez uma intervenção bem-humorada, mas igualmente desanimada. Seus dois filhos - um de cinco anos e o outro de nove - não atendiam suas ordens de jeito nenhum. Ela contou que precisava repetir a mesma coisa muitas vezes, subir o tom da voz, às vezes até gritar, parar de fazer o que estava fazendo, colocá-los de castigo e discutir com eles até que eles fizessem o que precisavam. E eles ainda respondiam de modo pouco respeitoso ou fugiam dela.
Para essa mãe, fazer os filhos obedecerem era uma mágica que ela não conhecia e, por isso, assistia ao programa "Super Nanny" para tentar aprender o segredo da protagonista. Mas até então, não tivera êxito.
Essa mãe representou um bom número de pessoas que agem como ela com os filhos e sentem a mesma impotência perante a falta de resultados. Por isso, vamos conversar sobre a obediência.
Os pais, em geral, colocam na criança a responsabilidade pela desobediência, mas é quase sempre neles que está a questão. Para ilustrar essa tese, uma história, um pai me contou.
Ele instituíra com sua filha de seis anos um ritual para dormir, que terminava com uma história. O problema é que a menina nunca ficava satisfeita com uma só história: pedia outra e mais outra. O pai atendia aos pedidos da garota até o limite de perder a paciência e, então, dizia, bravo: "Agora chega". Só aí a filha se aquietava e se despedia para dormir.
Aí esta: os filhos logo aprendem quando precisam obedecer aos pais e quando há espaço para jogar. Quando uma criança ouve sua mãe pedir que é hora do banho, ela distingue pelo tom de voz, pelas palavras, pelo olhar ou por outro sinal qualquer se é uma ordem ou apenas um pedido. Ela sabe que, pedido pode ser negado e uma ordem deve ser obedecida.
Os pais desenvolvem com cada um dos filhos as pistas para a obediência, já que as crianças são diferentes umas das outras e se relacionam diferentemente com seus pais também. E elas aprendem rapidamente a distinguir o modo como cada um de seus pais dá as pistas.
Mas, para que a criança aprenda a entender e a acatar a pista, é preciso mandar. Sim senhores pais: os filhos não obedecerão nunca se os pais não mandarem, e hoje muitos pais querem que seus filhos obedeça sem terem de impor. Impossível.
Aprender a obedecer é pura prática, por isso é desde cedo que os pais precisam das oportunidades para que seus filhos aprendam. Nos primeiros anos de vida, a tarefa é simples, mas árdua: os pais precisam dar a ordem e fazer com que os filhos atendam. Isso significa saber a hora de agir. Ao dizer ao filho "não faça isso", por exemplo, é preciso impedir que a criança faça, porque é dessa maneira que ela aprenderá o sentido de impedimento e da obediência.
Criança que sabe a quem e quando obedecer é mais tranquila, estabelece boa convivência e, por isso, cresce melhor, mas depende totalmente dos pais para esse aprendizado."

Texto da Rosely Sayão

A Dádiva do Respeito

segunda-feira, 8 de março de 2010

Tô lendo um livro MUITO BOM que se chama "Caminhando em Família", da Rita Foelker. Já aviso: é espírita. Mas é um ótimo livro!
Eu fico pensando que às vezes nossas crenças nos impedem de receber coisas maravilhosas! Este livro tem ensinamentos fantásticos e eu já quis postar muitos capítulos dele aqui (aliás, foi por causa dele, principalmente, que eu abri esse blog).
Penso, sim, nas pessoas que tem crenças diferentes da minha. Por isso já avisei logo que se trata de um texto espírita. Mas que vale MUITO a pena ser lido, ok?!
Vamos lá?

"A DÁDIVA DO RESPEITO
Quem se habilita a ofertar à criança uma página, um verso, um dizer - que o faça com a unção de quem deposita flores no altar de uma alma... Cecília Meireles

Quando, trabalhando entre educadores, perguntamos qual a característica pessoal mais importante para quem deseja educar, a resposta mais comum é: amor.
Não sei se realmente sabemos do que estamos falando ao dizer isto, porque as interpretações dadas a esta palavra são muito diversas e até contraditórias. A superproteção, o mimo, o controle, a invasão de espaço vital têm sido confundidos com o amor de verdade.
Mas, mesmo assim, concordo com a resposta.
Contudo, principalmente por não compreender o amor, facilmente nos esquecemos de um outro sentimento, que deveria estar incluído nele, mas que, nas confusões de entendimento, fica esquecido: é o respeito.
Eis o que nos diz Cecília Meireles, através da imagem de um altar sobre o qual se depositam flores: é preciso ter respeito - reverência, até - perante a inteligência e o sentimento da criatura eterna que, circuntancialmente, se apresenta a nós na frágil roupagem da infância.
Esta é uma advertência muito pertinente nos dias de hoje, onde tanto se produz para a criança, identificada como parcela de mercado consumidor e fonte de lucros para grandes empresas. E o mês do Natal parece-me propício a esta reflexão.
Será que as músicas, programas de TV, brinquedos, revistas e livros que, num primeiro momento, pelo colorido, pela sonoridade, pela apresentação, parecem adequados à criança, estão respeitando sua inteligência e sensibilidade?
Às vezes, sim; às vezes, não...
"Ah! Mas temos que dar o que elas gostam" - justificaria alguém.
Então os adultos veem que elas parecem gostar de dançar ao som de músicas medíocres, de assistir desenhos bobos ou que mostram agressividade em excesso e colaboram com isto, comprando CD's e revistas dos personagens. E ficam admirados ao ver que elas conseguem guardar os nomes de todos os "poquemons"!
Nós dizemos que as crianças gostam de muita mediocridade televisiva e musical, porém, o que mais, nós, adultos, lhes proporcionamos? Quais as alternativas que nós lhe oferecemos?
Será que elas têm chance de ouvir também Tom Jobim, Milton Nascimento, ou algum clássico (não muito "pesado") como Mozart ou Vivaldi?
Dizemos que crianças não gostam de música clássica, mas quando é que elas tem chance de ouvir, de conhecer, de fazer contato com a boa música, se a música que tocamos para elas é quase sempre ruim?
Assim também com a arte. Uma das boas lembranças de minha infância é que meu pai tinha o hábito de me levar a museus e exposições de arte. Quando ele não convidava, eu pedia. Ele notava que eu tinha vocação para o desenho, para as artes visuais, então ele fornecia elementos para o intelecto, a sensibilidade e a imaginação.
Na verdade, nós, adultos, condicionamos as crianças a gostarem de um determinado tipo de entretenimento, quando não lhes damos escolha.
Não se trata de fazer o filho sentar na sala e colocar um CD clássico, porque isto pode ser muito chato para ouvidos desacostumados. Mas por que não fazer a boa música soar em nossos lares, nos momentos de descanso ou das refeições? Por que não acompanhá-los a bons espetáculos infantis e, mesmo, a alguns concertos? Por que visitar galerias e exposições não pode fazer parte de nossos programas com as crianças?
Diante de nós há um Espírito sedento de evoluir. Por que ele sabe tanto a respeito dos personagens preferidos? Porque tem inteligência e exercitá-la é um imperativo da Lei da Evolução. Ele pode aprender sobre qualquer coisa que estejamos dispostos a ensinar-lhe, no tempo que temos, no tempo da infância, em que tanto esperam e precisam dos pais.
Então, na hora de comprar-lhe um presente, consideremos o que ele realmente representa para nós e o que queremos representar em sua vida imortal. Ofertemos algo digno do nosso mais profundo amor por ele, sem cair nos modismos que vem e vão. Lembre-se de que, melhor que todos os presentes, é a gente ser lembrado e tratado com respeito."