FODA-SE

sexta-feira, 19 de março de 2010

(em homenagem ao dia de hoje... rs)

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de foda-se! que ela fala.
Existe algo mais libertário do que o conceito do foda-se!?
O foda-se! aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Me liberta.

- ?Não quer sair comigo? Então foda-se!?

- ?Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!?.

O direito ao foda-se! deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Os palavrões não nasceram por acaso.
São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.

É o povo fazendo sua língua! Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

Prá caralho, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que Prá caralho?
Prá caralho tende ao infinito, é quase uma expressão matemática.

- ?A Via-Láctea tem estrelas prá caralho, o Sol é quente prá caralho, o universo é antigo prá caralho, eu gosto de cerveja prá caralho, entende?

No gênero do Prá caralho, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso Nem fodendo! .

O Não, não e não! é tampouco nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade; Não, absolutamente não! o substituem.
O Nem fodendo! é irretorquível, e liquida o assunto.
Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida.

Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral?
Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo:

- ?Marquinhos presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!?.

O impertinente se manca na hora!

Por sua vez, o porra nenhuma! atendeu tão plenamente às situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional:

-?Ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!?.

O porra nenhuma!, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

São dessa mesma gênese os clássicos aspone, chepone, gepone e mais recentemente , o prepone - presidente de porra nenhuma.

Há outros palavrões igualmente clássicos.

Pense na sonoridade de um Puta-que-pariu! , ou seu correlato Puta-que-o-pariu! , falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba...

Diante de uma notícia irritante qualquer puta-que-o-pariu! dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso vai tomar no cu!?
E sua maravilhosa e reforçadora derivação vai tomar no olho do seu cu!.

Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus, quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:

- ?Chega! Vai tomar no olho do seu cu!?.

Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima.
Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: Fodeu!.
E sua derivação mais avassaladora ainda: Fodeu de vez!.

Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?
Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa.
Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você, mandando você parar: o que você fala?

- ?Fodeu de vez! ?.

Liberdade, igualdade, fraternidade e...foda-se!!!

(texto de Millor Fernandes)

DESABAFO DE UM RIO

quarta-feira, 17 de março de 2010

Sou SUPER a favor da preservação ambiental. AMO a estrada que passo todos os dias indo pro trabalho e voltando pra casa (principalmente essa parte)... De manhã as montanhas estão cobertas por neblinas, no finalzinho da tarde elas estão em verdes de diferentes tons por causa do sol e das sombras...
Fiquei muito decepcionada qndo autorizaram a construção de um mega chik condomínio em uma das partes mais bonitas da estrada. Assim a cidade super valorizou mais um pouco. Mas o que vamos ver daqui uns anos? Floresta de concreto? Espero que não... espero que isso acabe...

Acontece que agora, além desses condomínios, queimadas, etc, uma mineradora pretende acabar com um rio aqui das redondezas para criar uma BARRAGEM DE REJEITOS. Isso acaba refletindo no que temos atualmente: cachoeiras, mata atlântica, animais silvestres e livres...
Enfim... abaixo um texto sobre o que está acontecendo e uma solicitação... Espero conseguir muitas assinaturas, pq cachoeiras são lugares onde posso levar amigos que queiram um dia me visitar por aqui... rs

"Desabafo de um Rio
Flávia A. M. F. dos Santos

Sou um pequeno rio conhecido como Ribeirão do Prata; nascido no vale da Serra da Gandarela, que, ao percorrer o vale, entrego todas minhas quedas e poços à pequena e pacata cidade mineira de Raposos: um vale de inúmeras riquezas, fauna, flora e uma beleza indescritível.
Porque logo eu, tão pequeno, que já proporcionei a tantas pessoas momentos de prazer, onde em meus poços se banham, brincam, aprendem a nadar? Tiveram outros uma infância alegre e ativa em minhas águas geladas e límpidas. Já tivemos vários momentos de felicidades e histórias juntos.
Agora querem que chegue até a mim trazida pelas mãos dos homens que deveriam proteger-me, uma mineradora que a qualquer custo, sem todos os devidos estudos, sem querer saber o quanto eu irei sofrer, colocará em mim uma barragem de rejeitos, que será a maior barragem do mundo e eu me tornarei o que?... Lixo!
Quero sim ser muito conhecido pelas minhas belezas naturais e não pela destruição dos homens.
Irei me tornar um rio sem vida, poluído, sem minhas quedas e sem as alegrias que já proporcionei a tantos em dias quentes, que se tornarão cada vez mais quentes, e as pessoas já não poderão contar comigo para aliviá-las nos dias ensolarados; e não poderei chegar ao fim do meu percurso entregando ao meu amigo Rio das Velhas minhas águas límpidas porque eu já não estarei gracioso, límpido e caudaloso: já não mais terei minha vida, estarei morrendo...
A todos agradeço pelos momentos vividos e aos moradores obrigado por falarem em meu nome e me representarem tão bem. AINDA ESTOU VIVO. ME AJUDEM...

Estamos em época de mudanças e de conscientização, em que temos que defender o meio em que vivemos por sabermos que o planeta não suporta tanta agressão. Deveríamos estar nos preocupando em preservar e manter a natureza em sua forma original e não em destruir o que está intocado.
Temos que lutar em defender todas as nossas forças o nosso maior patrimônio que é o planeta e toda estrutura natural que nele existe e que nos mantém vivos.
Não podemos aceitar tal violência contra o nosso planeta e nossas vidas."

Assine a favor do Parque Nacional das Águas do Gandarela.

Pedir ou Mandar?

quarta-feira, 10 de março de 2010

Ontem (terça feira) teve reunião na escola da Sofia e distribuíram um texto para os pais.
Transcrevo aqui pois achei interessante...

"Recentemente em uma reunião de pais, uma mãe fez uma intervenção bem-humorada, mas igualmente desanimada. Seus dois filhos - um de cinco anos e o outro de nove - não atendiam suas ordens de jeito nenhum. Ela contou que precisava repetir a mesma coisa muitas vezes, subir o tom da voz, às vezes até gritar, parar de fazer o que estava fazendo, colocá-los de castigo e discutir com eles até que eles fizessem o que precisavam. E eles ainda respondiam de modo pouco respeitoso ou fugiam dela.
Para essa mãe, fazer os filhos obedecerem era uma mágica que ela não conhecia e, por isso, assistia ao programa "Super Nanny" para tentar aprender o segredo da protagonista. Mas até então, não tivera êxito.
Essa mãe representou um bom número de pessoas que agem como ela com os filhos e sentem a mesma impotência perante a falta de resultados. Por isso, vamos conversar sobre a obediência.
Os pais, em geral, colocam na criança a responsabilidade pela desobediência, mas é quase sempre neles que está a questão. Para ilustrar essa tese, uma história, um pai me contou.
Ele instituíra com sua filha de seis anos um ritual para dormir, que terminava com uma história. O problema é que a menina nunca ficava satisfeita com uma só história: pedia outra e mais outra. O pai atendia aos pedidos da garota até o limite de perder a paciência e, então, dizia, bravo: "Agora chega". Só aí a filha se aquietava e se despedia para dormir.
Aí esta: os filhos logo aprendem quando precisam obedecer aos pais e quando há espaço para jogar. Quando uma criança ouve sua mãe pedir que é hora do banho, ela distingue pelo tom de voz, pelas palavras, pelo olhar ou por outro sinal qualquer se é uma ordem ou apenas um pedido. Ela sabe que, pedido pode ser negado e uma ordem deve ser obedecida.
Os pais desenvolvem com cada um dos filhos as pistas para a obediência, já que as crianças são diferentes umas das outras e se relacionam diferentemente com seus pais também. E elas aprendem rapidamente a distinguir o modo como cada um de seus pais dá as pistas.
Mas, para que a criança aprenda a entender e a acatar a pista, é preciso mandar. Sim senhores pais: os filhos não obedecerão nunca se os pais não mandarem, e hoje muitos pais querem que seus filhos obedeça sem terem de impor. Impossível.
Aprender a obedecer é pura prática, por isso é desde cedo que os pais precisam das oportunidades para que seus filhos aprendam. Nos primeiros anos de vida, a tarefa é simples, mas árdua: os pais precisam dar a ordem e fazer com que os filhos atendam. Isso significa saber a hora de agir. Ao dizer ao filho "não faça isso", por exemplo, é preciso impedir que a criança faça, porque é dessa maneira que ela aprenderá o sentido de impedimento e da obediência.
Criança que sabe a quem e quando obedecer é mais tranquila, estabelece boa convivência e, por isso, cresce melhor, mas depende totalmente dos pais para esse aprendizado."

Texto da Rosely Sayão

A Dádiva do Respeito

segunda-feira, 8 de março de 2010

Tô lendo um livro MUITO BOM que se chama "Caminhando em Família", da Rita Foelker. Já aviso: é espírita. Mas é um ótimo livro!
Eu fico pensando que às vezes nossas crenças nos impedem de receber coisas maravilhosas! Este livro tem ensinamentos fantásticos e eu já quis postar muitos capítulos dele aqui (aliás, foi por causa dele, principalmente, que eu abri esse blog).
Penso, sim, nas pessoas que tem crenças diferentes da minha. Por isso já avisei logo que se trata de um texto espírita. Mas que vale MUITO a pena ser lido, ok?!
Vamos lá?

"A DÁDIVA DO RESPEITO
Quem se habilita a ofertar à criança uma página, um verso, um dizer - que o faça com a unção de quem deposita flores no altar de uma alma... Cecília Meireles

Quando, trabalhando entre educadores, perguntamos qual a característica pessoal mais importante para quem deseja educar, a resposta mais comum é: amor.
Não sei se realmente sabemos do que estamos falando ao dizer isto, porque as interpretações dadas a esta palavra são muito diversas e até contraditórias. A superproteção, o mimo, o controle, a invasão de espaço vital têm sido confundidos com o amor de verdade.
Mas, mesmo assim, concordo com a resposta.
Contudo, principalmente por não compreender o amor, facilmente nos esquecemos de um outro sentimento, que deveria estar incluído nele, mas que, nas confusões de entendimento, fica esquecido: é o respeito.
Eis o que nos diz Cecília Meireles, através da imagem de um altar sobre o qual se depositam flores: é preciso ter respeito - reverência, até - perante a inteligência e o sentimento da criatura eterna que, circuntancialmente, se apresenta a nós na frágil roupagem da infância.
Esta é uma advertência muito pertinente nos dias de hoje, onde tanto se produz para a criança, identificada como parcela de mercado consumidor e fonte de lucros para grandes empresas. E o mês do Natal parece-me propício a esta reflexão.
Será que as músicas, programas de TV, brinquedos, revistas e livros que, num primeiro momento, pelo colorido, pela sonoridade, pela apresentação, parecem adequados à criança, estão respeitando sua inteligência e sensibilidade?
Às vezes, sim; às vezes, não...
"Ah! Mas temos que dar o que elas gostam" - justificaria alguém.
Então os adultos veem que elas parecem gostar de dançar ao som de músicas medíocres, de assistir desenhos bobos ou que mostram agressividade em excesso e colaboram com isto, comprando CD's e revistas dos personagens. E ficam admirados ao ver que elas conseguem guardar os nomes de todos os "poquemons"!
Nós dizemos que as crianças gostam de muita mediocridade televisiva e musical, porém, o que mais, nós, adultos, lhes proporcionamos? Quais as alternativas que nós lhe oferecemos?
Será que elas têm chance de ouvir também Tom Jobim, Milton Nascimento, ou algum clássico (não muito "pesado") como Mozart ou Vivaldi?
Dizemos que crianças não gostam de música clássica, mas quando é que elas tem chance de ouvir, de conhecer, de fazer contato com a boa música, se a música que tocamos para elas é quase sempre ruim?
Assim também com a arte. Uma das boas lembranças de minha infância é que meu pai tinha o hábito de me levar a museus e exposições de arte. Quando ele não convidava, eu pedia. Ele notava que eu tinha vocação para o desenho, para as artes visuais, então ele fornecia elementos para o intelecto, a sensibilidade e a imaginação.
Na verdade, nós, adultos, condicionamos as crianças a gostarem de um determinado tipo de entretenimento, quando não lhes damos escolha.
Não se trata de fazer o filho sentar na sala e colocar um CD clássico, porque isto pode ser muito chato para ouvidos desacostumados. Mas por que não fazer a boa música soar em nossos lares, nos momentos de descanso ou das refeições? Por que não acompanhá-los a bons espetáculos infantis e, mesmo, a alguns concertos? Por que visitar galerias e exposições não pode fazer parte de nossos programas com as crianças?
Diante de nós há um Espírito sedento de evoluir. Por que ele sabe tanto a respeito dos personagens preferidos? Porque tem inteligência e exercitá-la é um imperativo da Lei da Evolução. Ele pode aprender sobre qualquer coisa que estejamos dispostos a ensinar-lhe, no tempo que temos, no tempo da infância, em que tanto esperam e precisam dos pais.
Então, na hora de comprar-lhe um presente, consideremos o que ele realmente representa para nós e o que queremos representar em sua vida imortal. Ofertemos algo digno do nosso mais profundo amor por ele, sem cair nos modismos que vem e vão. Lembre-se de que, melhor que todos os presentes, é a gente ser lembrado e tratado com respeito."

SEIS ERROS COMUNS NA ALIMENTAÇÃO DAS CRIANÇAS

sexta-feira, 5 de março de 2010

PROIBIÇÕES E CHANTAGENS NÃO SÃO A FÓRMULA IDEAL PARA FAZER SEU FILHO COMER DE TUDO. LISTAMOS SEIS ERROS COMUNS QUE OS PAIS COMETEM NA HORA DE ALIMENTAR OS PEQUENOS.

Fazer criança comer de maneira saudável não é tarefa fácil. Para tanto, os pais recorrem a fórmulas variadas: castigo, briga, chantagem, troca, presente, prêmio... A intenção é boa, mas o resultado pode não ser eficiente. Confira os seis erros mais comuns que os pais cometem na hora da educação alimentar dos filhos e saiba o que fazer para evitá-los, antes que a criança cresça com hábitos ruins.

1- Tirar as crianças da cozinha
É importante que você estimule o interesse das crianças pela culinária, e quer melhor forma do que deixá-los te ajudar a preparar uma receita? É claro que você não vai cozinhar com a mesma rapidez se tiver que ficar de olho neles o tempo todo, tomando cuidado com facas, água fervente e etc. Mas prepare-se para, uma vez ou outra, receber visita. Pesquisadores da Columbia University descobriram que crianças que cozinham seus próprios alimentos estão mais propensas a provar produtos saudáveis, como legumes e grãos integrais.

2- Fazer pressão para a criança comer.
Se você insistir, brigar ou chantagear, seu filho vai ter ainda mais repulsa ao alimento estranho, pode acreditar. É normal criança ter medo do novo, e cabe aos pais terem compreensão. Vá acostumando a criança desde pequena a experimentar comidas de todas as cores e aparências.

3- Esconder e proibir guloseimas.
Pode parecer o caminho mais fácil, mas não é. Esconder bolos, chocolates e biscoitos no alto do armário pode ter o efeito contrário ao esperado, pois a proibição é capaz de aumentar o desejo da criança pela guloseima. Segundo Luciana Kotaka, psicóloga especializada em obesidade e transtornos alimentares, se um produto tem que ser evitado, o ideal é não tê-lo dentro de casa. Quando tiver, explique para seu filho que o exagero faz mal, e que depois da refeição a sobremesa estará liberada (ou no lanchinho da tarde).

4- Não estimular hábitos de vida saudáveis.
"Os hábitos alimentares dos pais são muito importantes para a educação dos filhos. Se em casa todos gostam de pratos saudáveis, dificilmente a criança vai fugir à regra. Além disso, ter horário para as refeições, fazê-las em família e à mesa, auxiliam bastante. É preciso estimulá-los naturalmente a experimentar. Sem pressão ou ordens”, afirma a psicóloga.

5- Servir de qualquer jeito.
Se seu filho já não tem muito interesse pelo verde, de nada vai adiantar colocar um monte de folhas de alface no prato dele, certo? Faça a comida ficar atraente, misture folhas e legumes coloridos, como beterraba, tomate e cenoura. Outra dica é acrescentar alguma coisa que eles gostem bastante: sirva a salada com queijo, palmito, torradinhas...

6- Ceder às birras e vontades dos filhos.
Seja insistente mas sem insistir. Deu pra entender? Tudo bem, a gente dá uma dica. A Dra. Luciana ensina a regra dos 15: sirva o mesmo alimento em 15 ocasiões diferentes, preparados de maneira diferente e com acompanhamentos diferentes. Assim, o alimento vai deixar de ser estranho. Faça de tudo para tornar o prato mais interessante, conte histórias, monte um desenho no prato, brinque com a imaginação deles.